
Criada em 2014, a Zaum é formada pelo seu fundador Gregorio Gananian, por Marisa Merlo e Clara Choveaux. A produtora nasce do desejo de produzir cinema com foco em inovação de linguagem artística, a partir do encontro inventivo entre o clássico e o experimental. Na confluência das artes visuais, teatro, música e poesia, realizamos filmes com modos de produção e processos criativos alternativos, não-convencionais. Em paralelo, a produtora também realiza projetos de mostras de cinema, espetáculos, videoclipes e exposições de videoarte. Em 2025 a Zaum incorporou a Anacoluto, da sócia Marisa Merlo, trazendo para o seu portfólio os trabalhos pregressos dessa empresa.
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CLARA CHOVEAUX
Clara Choveaux é uma atriz franco-brasileira, nascida no Paraguai e filha de mãe brasileira e pai francês. Ela contempla mais de 50 produções nacionais e internacionais, entre filmes e peças de teatro. Só no cinema, a atriz atuou em 37 filmes. Sua atuação em Tiresia, de Bertrand Bonello, lhe rendeu indicação ao prêmio de interpretação feminina no Cannes. Entre suas principais atuações estão os filmes "Os Primeiros Soldados" (2022), "Os Sonâmbulos" (2019), "Elon não Acredita na Morte" (2017) e "Exilados do Vulcão" (2013).

GREGORIO GANANIAN
Gregorio Gananian é cineasta e artista de São Paulo. Realizou os longas-metragens "Aquele que Viu o Abismo" (2024, com Negro Leo / Prêmio de Melhor Filme da Mostra Olhos Livres - Mostra de Tiradentes), “Inaudito” (2018, com Danielly O.M.M. / Prêmio de Melhor Filme da Mostra Olhos Livres - Mostra de Tiradentes), os curta-metragens “Nenhuma Fantasia” (2021, com Negro Leo / Forumdoc.bh), "A Guerra de Michael" (2021, com Daniel Tagliari / Olhar de Cinema) e “g.m – 8 cantos”. Realizou videoclipes de Jards Macalé “Trevas” e Negro Leo. Dirigiu projetos intermídias como o “Sinfoñia de Jards” com Jards Macalé no Teat(r)o Oficina, “Gilberto Mundus” e o O Olhar (c/ José Roberto Aguilar).

MARISA MERLO
Marisa Merlo é graduada em cinema pela Unespar (Faculdade de Artes do Paraná) e pós-graduada em Texto Criativo: Leitura e Escrita pela PUC/MG. Foi, de 2008 a 2016, sócia da produtora Grafo Audiovisual (Curitiba/PR) e em 2017 fundou a empresa Anacoluto (em SP e MG). É também cofundadora do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba. Em diversas áreas da produção, atuou em mais de 30 obras, dentre eles os longas-metragns "Mais um dia, Zona Norte" (2023), "Eu, Empresa" (2021), "Lutar Lutar Lutar" (2021), "Nóis por Nóis” (2018), “Ferrugem” (2018), “Para Minha Amada Morta” (2015), “A Gente” (2013), que passaram por festivais nacionais e internacionais como Festival de Brasília, do Rio, Mostra de São Paulo, Gramado, Semana da Crítica de Cannes, Sundance, Rotterdam, também lançados em circuito comercial em diversas capitais do Brasil e licenciados para players como Mubi, Filmicca, Canal Brasil, TV Brasil e Canal Plus (França).
COLABORADORES

NEGRO LEO
Negro Leo é artista maranhense. Com 12 discos lançados desde 2012, tem tocado em palcos prestigiados no mundo, como Cafe Oto (Londres), Counterflows Festival (Glasgow), ADR Lincoln Center (Nova Iorque), Festival NRMAL (CDMX), Virada Cultural Paulista (SP), Modern Skylab (Xangai), Le Guess Who Festival (Utrecht), entre outros. No teatro, participou da ópera, O café, com música de Felipe Senna, a partir de libreto de Mário de Andrade, e direção de Sergio Carvalho da Cia. do Latão; participou também da Pretoperitamar, com direção de Grace Passô e Anelis Assumpção. É integrante da Ciranda do Gatilho, grupo multimídia interdisciplinar; escreveu artigo especial para a revista Jacobin Brasil; no cinema realizou o curta "Nenhuma Fantasia" e o longa "Aquele que viu o Abismo" com Gregorio Gananian. Teve sua trajetória biografada em "Deixa Queimar", por Bernardo Oliveira.

HENRI DAIO
Henri Daio é compositor e artista. Suas obras já foram apresentadas em festivais como Escuta Aqui, Música Nova, Difluência, T-Son e Musitec, além de espaços como o Theatro São Pedro, EMESP, UNESP e FAMES. Atualmente cursa composição na UNESP e desenvolve trabalhos que atravessam cinema, performance e música experimental. Assinou a trilha e o desenho de som do longa Aquele que Viu o Abismo (2024), de Gregorio Gananian e Negro Leo, premiado na 27ª Mostra de Tiradentes, e co-dirigiu com Gananian o Show-Cine-Concerto de Sérgio Villafranca em 2023. Também integra a Aguilar e Banda Performática, com a qual se apresentou na Cinemateca do MAM-RJ e na Pinacoteca de Santos.
